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quarta-feira, 13 de julho de 2011

O JN é da opinião que o tamanho importa

Lembram-se da Lorena Bobbit, ou lá como se escreve?

Uma californiana foi detida, esta quarta-feira, por suspeita de ter drogado o marido, de lhe ter cortado o pénis e atirado o órgão sexual do companheiro para o lixo. Depois, ligou o triturador.

Reparem no requinte, requinte é classe: "A polícia conseguiu recuperar partes do pénis", disse o tenente da polícia de Garden Grove, não sendo claro quanto os médicos poderão devolver cirurgicamente à vítima.

Tamanho conta.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Os tótós

Há várias razões para se ser tótó. A principal, a mais comum, é a natural. É-se tótó porque sim. É o meu caso. Nasci tótó. Aprendi a ser menos tótó, mas continuo a ter bastante tótósite. Há mais razões. Há o pessoal que é tótó porque as pessoas à volta assim o fizeram acontecer, como por exemplo, o senhor deste caso, a quem a mãe faz parecer este senhor. Havendo tótósite no primeiro caso, e não apenas rancor da sogra, é estúpido, gajas é a "dime a dozen". Agora no segundo chateia muito. Então com 185 M, um gajo (premissa - homem solteiro com tesão/acesso a Viagra ou semelhante) em dois dias só arranja uma, epá uma, uma pessoa do sexo feminino, sabidona, interessada em trocar favores de cariz sexual pelo prazer da companhia de alguém que pode ir jantar a Paris e pequeno almoçar em Bankok? Menos de 3 é derrota.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

As Palavras

Carlos, o Castro castrado, partiu para Nova York completo e com namorado. Carlos, na altura, o Castro completo, passeou e aproveitou N.Y. Renato, o homoteressexual, amigo do outro, de Óbidos, cansou-se da falta de fama e decidiu cumprir o sonho de Castro. Então, por amor ou só paixão, Renato matou Carlos, o Castro, castrando-o e guardando os olhos, como recuerdo ou berlindes. Realizou-se o sonho de Carlos, o Castro castrado, de morrer em Nova York, como uma estrela do (sem) caralho, numa cena dexteriana/tablóide digna de seu historial "jornalístico". A Irmandade Ariana de N. York também segue o caso com bastante atenção.

segunda-feira, 9 de março de 2009

No sábado

Fui tomar café aqui ao pé de casa. Chego ao balcão e peço, "2 cafés fachavor". A senhora responde: "é para beber?". Eu disse que sim.