quarta-feira, 27 de junho de 2012

Prorroga

Se for para fazer 2 fazê-las agora. Eles estão a apertar. Patrício a contar quando é preciso.

Fim dos 90'

O Pereira parece perto do segundo amarelo. Mantê-lo é perigoso. De resto o CRonaldo podia ter resolvido o jogo, não calhou. Agora é prolongamento. É ver quem a tem mais longa. A resistência.

Varela, Quaresma, Viana, Oliveira

Alguém tem de entrar.

Espanha volta ao costume

O Almeida já sacou 3 bolas na defesa hoje.

Intervalou

Durante a primeira meia hora o jogo esteve dividido. Estamos, especialmente o Pepe com muita calma a perceber o espaço, a conseguir defender bem na entrada da área. A equipa está bem. A partir da meia hora mais ou menos a Espanha volta ao estilo de jogo costumeiro mas com a última linha mais avançada. Parece-me que o Bosque quis dar a referência ao meio. Depois ficou desconvencido. Reparem numa coisa. Nas jogadas 1-2 espanhola, o 1 raramente progride depois de passar. Para abrir outro espaço.
 O CRonaldo está a jogar pouco, por estar muito marcado e a levar pau. O Nani está a jogar à bola contra o futebol dos outros. A equipa controlou-se bem durante todo o jogo, sem perder noção do espaço de recuperação. Lembro-me de 4 situações de progressão controlada de bola espanhola. De resto o espaço foi bem coberto. Com o estilo de jogo português: contra ataques rápidos e bolas altas, o Almeida vê as suas fragilidades ainda mais expostas.
Infelizmente tenho de falar do árbitro. É inacreditável o Arbeloa não ter pelo menos um amarelo. O lance do Nani (o da lei da vantagem, 28m mais ou menos) é roubo puro e determinado.

Já ninguém suporta o caca caca

5 faltas do arbeloa aos 20. Jogo equilibrado. O Negredo está a ponta de lança, a procurar espaços entre laterais e central. Onde costuma haver só espaço para entradas, hoje há um jogador que não é o Torres. Só cruzamentos ao segundo poste. Menos o do Pereira para o CRonaldo. Pressão alta boa mas inconsequente, sem conclusão.
Metem um bola longa para o Negredo e quase dá golo do Iniesta. Anda CRonaldo. Este Turco passou-se da cabeça. Isto é roubar, sem mais. Estava tudo a jogar aos 28, o Nani partiu tudo. Ele apitou mas só depois do Nani sair, não quando parou, mas depois da eventual falta. Se o Pereira acerta no último terço é um perigo.O Nani está a jogar à bola. É bem.

Arbeloa 3 faltas 3

E um fora marcado à revelia. E o amarelo? Falta para o Ronaldo. Até aqui:
5 minutos- comentadores metem nojo. ganhar um canto. estamos bem. Pepe bem. Esquerda Negredo, direita alba-iniesta.
8:40 - Alba iniesta silva merda.
A ideia do passe longo para passar zona de construção em teoria é boa. Porque distrai e, de repente, progressão com bola e passes rasteiros rápidos A ver se funciona. Boa pressão à frente.

Negredo a titular

Continuo a apostar que vai "varrer" a área ao contrário, e não ficar ao meio. Posso perder.

Alicante e seus torrões

O Casillas é o melhor jogador da Espanha. O Messi não é espanhol.
A Espanha não tem propriamente uma táctica, e a ter é demasiado esquisita para descrever. É estilo 4-1-2-4. A cena é esta. Eles não têm uma referência atacante. Mesmo que jogue o Torres continuam sem ter porque a referência espanhola é sempre a relação bola/espaço. E vamos ser claros, é preciso jogar muito para que resulte, mas em resultando é diabólico para o adversário. Tendo como ponto assente a certeza e a velocidade do passe, quer curto quer longo, sobram jogadores fortes na aceleração e na técnica, com permanentes movimentações no espaço enquanto a bola é trocada mais atrás de um lado para o outro. A referência não é uma posição ou um jogador, é o espaço onde vai aparecer o jogador - diagonais das alas, entradas pelo meio entre defesas (lateral centra/central trinco)-.
A confusão observada nas defesas que enfrentam a Espanha deriva desses factores: Falta de um ponta de lança que sirva de referência no posicionamento defensivo, e os (potenciais) passes a rasgar, às vezes rasgam em 3 metros e chega. A opção seguinte seria tentar comer o portador. A questão é que a Espanha não tem um portador de bola. Do meio campo para a frente leva a bola quem a tiver. E por norma não a tem muito tempo porque a ideia é a bola estar sempre a rodar de flanco para flanco, passando por vários jogadores, à procura de criar o tal espaço de ruptura. E depois há as trocas posicionais. A partir do meio campo, e à excepção do Busquets e do Xavi, todos trocam de posição. É o Alonso a aparecer liberto para cabecear ao segundo poste, é o Iniesta de fora para dentro com o Fabregas e o Silva a ir para o espaço na linha para vir para o bico da área. É muita coisa a acontecer ao mesmo tempo, numa selecção que ganhou tudo e tem a estrutura mais que feita. Em suma, não como a Alemanha, mas com resultados semelhantes - em Espanha, apesar das academias da Federação, são os clubes que apostam mais na formação, com forte incentivo federativo, na Alemanha é a Federação que há nos últimos 15 anos criou dezenas de academias, com os resultados conhecidos - A Espanha conseguiu criar uma base consolidada e um estilo de jogo próprio (Barcelona ajuda como Bayern também ajuda) que tem resultados. E depois?

A questão é a de sempre. O meio campo, ganhar a bola e o que fazer com ela. Os laterais espanhóis, especialmente o Alba, sobem que é uma coisa estúpida. Primeiro passo, não deixar o Pereira encostar muito aos centrais nem recuar muito na marcação à zona. Depois, os centrais têm de jogar aos "saltinhos". Não convém assentar os pés no chão que demora mais tempo a reagir. O Coentrão tem de subir com bola. Ponto final. Primeiro porque tem sido isso a permitir bastas vezes que a equipa respire e que suba, às vezes cria perigo e tudo. Depois porque o Arbeloa vai jogar a defesa direito, não há cá lateral para ninguém.
Agora os três do meio campo. É difícil dizer quem cubram os espaços. Vai haver sempre criação de espaços. Não sendo pelo espaço há de ser pelo jogador ou pela bola. Pelo jogador é complicado, porque eles trocam muito. Pela bola é andarmos sempre a correr à doida. Portanto vamos fazer aquilo que fazemos melhor. Deixar o Nani fazer a linha, Meireles a cobrir espaço Alonso Xavi Silva (só o espaço, para se mexer com a bola, não estou a dizer para o Meireles marcar 3 jogadores), com o Veloso e o Moutinho a cobrirem tanto quanto puderem a zona central. A tentar impedir progressão, com ou sem bola, controlada. Passes a rasgar só os defesas podem safar. Com a bola recuperada fazer o de sempre, passar ao jogador na frente com mais espaço, não podendo progredir para combinar ou abri para a ala. É uma meia final. Portanto é possível que aos 10 minutos de jogo já nada disto se aplique. Vai Almeida.  

sexta-feira, 22 de junho de 2012

O Almeida

Nada de pessoal me move contra o Hugo Almeida. tal como nada de pessoal me moveu contra Queirós, ou contra o César Peixoto, entre outros vários. Não é como com o Scolari, que é uma coisa pessoal.
O que é o Hugo Almeida? O Hugo Almeida é um ponta de lança alto e possante, com um raio de passada/remate aí de 3 ou 4 metros, com um remate de pé esquerdo muito forte e com pouca velocidade de ponta. Não se posiciona bem para rematar, tem grandes dificuldades em passar a bola de primeira, tem dificuldades na recepção em progressão e pressionado, e, curiosamente, não é grande coisa a jogar de cabeça. Não cabeceia com muita direcção, e salta mal, não é pouco, é descoordenado em relação à bola. Não é que seja mau jogador, não é é aquilo que podia ser. Tudo isto é pouco importante se jogamos com 2 avançados. Aí o Almeida já anda a cansar corpos aos centrais e à procura de bolas perdidas, enquanto o outro joga. Só com um é muito complicado, e, para provar que não é má vontade minha, justifico o que escrevi agora, e o já escrito antes sobre o tema, usando apenas apontamentos do jogo de ontem.

O Almeida entrou aos 40m. A primeira parte estava esquisita e pouco havia a fazer. Ainda assim, aos 44/45m conseguiu estar durante uns 10 segundos a pedir a bola, enquanto o mundo via que ele estava fora de jogo. Na sequência da mesma jogada, sem o Almeida estar a chatear defesas nem em jogo, o CRonaldo inventa o remate (passe de Meireles) que vai ao poste. CRonaldo mete mãos à cabeça, vê que a bola não está perdida e tenta ganhar posição para cabecear. Durante todo este tempo o Almeida esteve fora de jogo e/ou marcado por defesas. Mas sempre a pedir a bola.
 Na segunda parte, logo no início (tenho aqui - 46m), desmarcado ao primeiro poste "cabeceia com o ombro" uma bola que vem da esquerda (Meireles). O ombreamento foi por cima. (apontamento - Abdicámos de Ponta de Lança para jogar o Almeida). Aos 58m o Almeida, em fora de jogo claríssimo, mete a bola na baliza impedindo que CRonaldo, em jogo e pronto a rematar, chegasse à bola. Um central checo não faria melhor do que fez o Almeida aos 64m. Com espaço para cabecear, mete a bola para canto. Não, para pontapé de baliza. Continuo a ver um central. Pouco depois disto o Almeida, de costas para a baliza e de primeira, consegue devolver uma bola. Na jogada do golo, e este exemplo é maravilhoso, o Almeida não chega à bola, felizmente, e o CRonaldo marca. Sabem porque é que o Almeida não chegou à bola? Porque estava em jogo. E o pior de tudo. Naquele último livre que deu canto dos checos, que até o Cech subiu, o Almeida ficou no meio campo. Desceu o CRonaldo, mas o Almeida ficou a cagar no meio campo. Um dos jogadores mais altos, que andou a fazer de central checo, não recua aos 93 minutos para defender uma bola parada. Epá, o Cech passou por ele a correr e ele ficou parado no meio campo.  

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Meias da Copa

Desta vez, bloco de apontamentos:
primeiros 5 minutos - 6 passes longos falhados em 6 tentativas.
6 minutos - Canto para Portugal, primeiro passe longo concluído.
10m - Porrada com Nani. Troca de Alas?
12m- Pressão alta ganha 2 cantos seguidos. Os 3 da frente + Moutinho
14m - Desconcentração defensiva cria perigo.
Árbitro inglês apita à J. Pratas. Nani não faz falta para amarelo, CRonaldo não faz falta. Amarelo bem dado a Veloso. (Posta aos 15m mais ou menos) Epá vou parar com apontamentos aqui são demasiados para transcrever.

Até aqui o jogo foi esquisito. Os Checos conseguiram dominar o meio campo e aparecer em velocidade e superioridade. Raramente concluíram jogadas ou remataram com perigo. Só aos 27m fizeram um cruzamento rasteiro perigos que o Pepe safou. O jogo nunca partiu e falhámos muito na construção, especialmente porque os 3 do meio não se conseguiam "encaixar" nos médios defensivos checos.
A partir dos 20 minutos equilibrámos e o CRonaldo começou a aparecer. E a posta do intervalo é o que tenho a dizer. Quero só destacar a bicicleta do CRonaldo (única opção), o remate ao poste e a "agressão ao Nani, que não deu amarelo. Quanto à lesão do Postiga tenho um espacinho especial no fim da posta para o Almeida.
Na segunda parte entrámos para ganhar. O Meireles foi jogar declaradamente a interior esquerdo e o Jiraseck deixou de chatear. O Coentrão comeu metros com bola e fez o + 1 na ala para depois entrar na área ou cruzar. Os centrais fizeram o costume, o Patrício via o jogo, e o Pereira apoiou sempre a linha. O Moutinho e o Veloso dividiram a recuperação deixando, na construção, o Veloso no passe e o Moutinho na progressão. O Cronaldo começa a fazer diagonais, a rematar de todo o lado, a trocar de ala só para chatear, a recuar para construir, e a evitar perder a bola. O Nani fazia a linha sem bola, com bola procurava combinações, um para um, segurar a bola para inventar, e cruzamentos tensos. E foi isso. Dominámos o jogo em todo o campo e, à excepção de um cruzamento aos 59, jogada pelo lado esquerdo do ataque checo (canto do cisne para a República Checa), em que o Pereira (2x) e o Moutinho são papados, os Checos tinham medo de atacar. Podíamos ter marcado mais e mais cedo, mas desta vez a sorte não contou tanto quanto como contra a Dinamarca. O Moutinho rompe em progressão com bola, combina, e cruza tenso da direita para o segundo poste. Muito bem. Quanto ao treinador, eu gostava de ter visto mexidas mais cedo. Mas às tantas o Paulo Bento pensou, e secalhar bem, que mexer naquela altura estragava. Porque dominámos a segunda parte e a equipa não desequilibrou na transição defensiva mesmo quando o jogo, mas não a equipa, partiu aí aos 60m.
Portantos, prontos e consequentementes, dominámos e merecemos ganhar. A segunda parte é de equipa, mais o CRonaldo, e o CRonaldo é o CRonaldo.

R. Patrício - Sem trabalho. Alguma dificuldade com o pé direito. A culpa é dos colegas que sabem que o homem é canhoto.
J. Pereira - Tirando o já referido lance aos 59, esteve bem. Subiu a apoiar e cobriu bem a linha. Devia ter tentado o golo olímpico, não percebo porque não o fez. 
Pepe - O do costume, com pouco trabalho. Em sendo preciso esteve lá.
B. Alves - Na linha do Pepe.
F. Coentrão - Primeiros 15m demonstrou algumas dificuldades, a partir daí cobriu sempre bem a linha e subiu muito e bem.
Veloso - Perdido com a equipa nos primeiros 20m. Depois engatou entre as linhas do meio campo checo e manteve sempre o equilíbrio da equipa no meio.
Meireles - Curiosamente muito melhor na esquerda, e a meio da segunda parte vem para o meio com o Jiraseck, do qe a 8 na primeira parte, mas de novo, a equipa estava perdida.
Moutinho - O melhor Moutinho que vi neste Europeu. Bem no jogo todo, a atacar e a defender. Cruzamento para o golo e dezenas de progressões com boal, diagonais e combinações. Muito bem.
Nani - Na primeira parte andou em discussões e assim. Na segunda parte foi o Nani do Europeu. Linha toda dele, cruzamentos, combinações, remates e fintas.
CRonaldo - Melhor em campo. Grande jogo, na primeira parte foi ele o ataque e resolveu.
Postiga - Só lá andou 35 minutos ou assim, queando o ataque era o CRonaldo. Esteve bem quando se fez pressão alta.
Custódio - Segurou meio campo e subiu na direita.
Rolando - Andou lá a defender.

Falo amanhã do Almeida quando tiver tempo.

Custódio

Escusa de subir. Entra o Rolando. Sai Meireles. Encurtar linhas e isto é nosso.

ARRAFODA-SE

CRonaldo. É injusto. Eles jogam com 12, aquele central deles, o Almeida, entrou bem no jogo.

Paulo Bento

Está à espera que o jogo influencie uma substituição, quando devia ser o contrário a acontecer. Guardarei para o fim o resto.

Isto não está a correr bem

e podia estar pior. Várias coisas. Tenho um apontamento a dizer: "Nani está bêbado". O jogo está durinho.
O problema é todo no meio campo. Os Checos jogam como esperado Nós temos o meio campo ao contrário e não conseguimos progredir. Quando eles aparecem em velocidade treme tudo. O Almeida tem o descaramento de pedir a bola em fora de jogo e de reclamar com o Ronaldo por não lhe passar a bola no remate ao poste. Precisamos que alguém assente no meio campo sem subir, a garantir +1 nas transições defensivas. Eles defendem com 2 ou 3 para o CRonaldo e o Nani, e sempre em "cortina" na ala. Passe para trás, remate de fora ou passe para a área. Não tenho tempo para mais. Estive a fazer agora o jantar. Vou comer.

15m

1 passe longo em 9 tentativas. 6 nos primeiros 5 minutos. Meio campo ao contrário do que foi com a Holanda. Veloso sem espaço para ver zona de passe. Boa pressão alta dos 3 da frente mais o Moutinho dos 11m aos 14m. A partir dai as mudanças de velocidade dos checos na frente está a dominar o jogo e a criar oportunidades. O Meireles não pode estar a fazer jogo e a defender ao mesmo tempo. Agora só ao intervalo.

Até agora

Tenho evitado falar dos jogos após terem acontecido, pelo menos na parte relativa ao treinador. É fácil ser o Captain Hindsight. Por isso tenho-o feito durante os jogos. Em tempo útil digo o que me parece. Segue breve resumo do que foi Portugal até agora.
O que tivemos foi uma equipa mais ou menos em crescendo. Contra a Alemanha, independentemente das oportunidades só assumimos a posse e o jogo quando nos deixaram. Não merecíamos ganhar.
Contra a Dinamarca a equipa andou aos repelões e, podendo, não matou o jogo. Há culpas individuais e do treinador por não ter tomado medidas atempadas.
Contra a Holanda os primeiros 12 minutos foram deles. Depois, e parece-me que por ordem do treinador, passámos a ocupar bem os espaços na transição defensiva, e equilibrámos ao meio com a solução D'Agostino da Udinese, com o Veloso a ocupar o espaço do portador adversário e a levar o jogo para a frente. A defesa já era consistente, os nossos alas são muito fortes, faltava aquilo, o meio campo a conseguir ocupar toda a zona de transição. Assim o Veloso pode ser 6. Uma solução diferente da que eu originalmente preferi, mas, a bem de Paulo Bento diga-se que o Pepe tem sido fundamental a defender e a "varer" a área, e, a manter-se o modelo da maior parte do jogo com a Holanda, o Veloso pode ter espaço para ser determinante no início da construção. Os jogadores: Está tudo dito nas postas dos jogos.
 Contra a República Checa. Manter o que de bom se fez com a Holanda. A República Checa é uma equipa experiente, com muita ratice.  Joga o Darida em vez do Rosicky. É uma equipa experiente que vai tentar fazer o 2-1 em cima do Nani e do CRonaldo, e os dois médios defensivos vão tentar comer toda a zona de construção portuguesa. Depois no ataque meter velocidade nas imediações da área com passes curtos na progressão. Como contrariar isto? Subidas rápidas com bola pelo meio, combinações a segurar a bola no meio campo, quando não der para subir, e esperar que o Meireles ou o Moutinho possam apoiar na ala para progredir na linha. Cá atrás fazer o que tem sido feito, na frente a história é sempre a mesma, diagonais com e sem bola e combinações com 2, 3 toques.
Se conseguirmos arranjar um bocadinho de espaço na nossa zona de construção podemos controlar e ganhar isto. Depois temos o CRonaldo.

domingo, 17 de junho de 2012

Ganhemos

Logo se fala disto mais a sério, mas foram bons 65/70 minutos. Gostei de ver a equipa depois das alterações no meio campo.

Golo

Bem Pepe. Bem Moutinho. Bem Nani. Bem Oliveira a subir. CRonaldo playstation.

Sai Meireles entra Custódio

Dois trincos ou Custódio + 2. Falhámos. O Nani. Grande transição. Moutinho Ronaldo, falhanço. Foda-se.