quarta-feira, 13 de junho de 2012
Engano meu
Bendter sozinho na frente, Zimling no meio campo, a fazer posição 8. Não tava a ver isto.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Olá outra vez Dinamarca
A Dinamarca é a equipa da fase de grupos, que já vimos contra a Holanda. O que temos? Continua a valer o conceito do "altos, fortes e louros", mas sem a parte "tosca" do conceito. A defesa são gajos altos e fortes na recuperação e no confronto directo. Pelo ar são não perdoam. E os centrais são titulares de equipas boas em campeonatos a sério. O meio campo são 3 a recuperar, com os interiores a tentarem progredir com a equipa, a chamada subida em bloco. Há sprints esporádicos pela linha, mas a ideia é manter o bloco nas transições.O outro do meio campo é o que desequilibra. O Eriksen é uma espécie de 10 e 1/2. Constrói, rompe, aparece a fazer a sobreposição nas alas, é rápido. Falha um bocado no remate de longe, mas não nos podemos fiar nisso. E depois são dois pontas de lança. Contra a Holanda jogou o Zimling, que não conheço. É rápido, tenta aparecer muito no espaço entre lateral e central, mas é um jogador de 27 anos que não serviu para o Udinese. É a "muleta" do ataque. Serve para fazer o "+1" na progressão, porque não é forte com bola, e é o primeiro a pressionar o defesa que quer sair com bola. E o Bendtner. Este é o jogador com mais auto confiança que conheço. Na cabeça dele é uma mistura do Pelé com o Van Basten, o que não sendo necessariamente bom, pode ser muito perigoso para Portugal. Este remata, e tenta inventar. É a principal referência atacante e é, por norma, quem dá profundidade a equipa. É um nome conhecido do futebol, quanto mais não seja porque nunca se sabe onde vai jogar na época seguinte. É uma competição importante para este gajo porque está naquela altura da carreira em que "é ou não é".
Enquanto equipa, a Dinamarca procura o controlo do jogo mesmo que não tenha a posse. Gosta de se alargar no terreno e criar espaços. A contra atacar é fortíssima. O passe sai, por norma, na diagonal para a progressão, procurando o Eriksen ou os médios interiores. Se for o Ericksen levanta a cabeça e progride ou mete na frente. Os interiores por norma esperam pela subida do resto da equipa. Quando o passe é metido directamente na frente, é para o Bendter, que segura e tenta o 1-2 ou virar-se para a baliza. É uma equipa que tenta defender logo na saída, com os interiores a fecharem e o trinco a cobrir à zona até ter de encostar aos centrais.
Aposto no 11 que jogou contra a Holanda: aqui.
Portugal, mesmo 11 do primeiro jogo, digo eu que joga. A minha opinião é conhecida, pelo menos eu conheço. Somos favoritos. Temos melhores jogadores, mais futebol. E é daqueles jogos para se apostar nisso mesmo, mas com regras. Abusar da progressão com bola e dos passes para as costas da defesa. Nunca deixar subir os nossos dois laterais ao mesmo tempo, é daquelas exposições desnecessárias ao risco que costumam ser fatais. Quem perde a bola na frente tem de correr imediatamente a 1 - recuperar a bola, 2 - recuperar a posição. Não deixar o Eriksen levantar a cabeça e pensar. Cair logo em cima e se preciso aleijar. Viu-se com a Holanda que é ali que muda o jogo da Dinamarca. O meio campo roda mais à volta dele do que da bola, e isso quer dizer qualquer coisa.
Enquanto equipa, a Dinamarca procura o controlo do jogo mesmo que não tenha a posse. Gosta de se alargar no terreno e criar espaços. A contra atacar é fortíssima. O passe sai, por norma, na diagonal para a progressão, procurando o Eriksen ou os médios interiores. Se for o Ericksen levanta a cabeça e progride ou mete na frente. Os interiores por norma esperam pela subida do resto da equipa. Quando o passe é metido directamente na frente, é para o Bendter, que segura e tenta o 1-2 ou virar-se para a baliza. É uma equipa que tenta defender logo na saída, com os interiores a fecharem e o trinco a cobrir à zona até ter de encostar aos centrais.
Aposto no 11 que jogou contra a Holanda: aqui.
Portugal, mesmo 11 do primeiro jogo, digo eu que joga. A minha opinião é conhecida, pelo menos eu conheço. Somos favoritos. Temos melhores jogadores, mais futebol. E é daqueles jogos para se apostar nisso mesmo, mas com regras. Abusar da progressão com bola e dos passes para as costas da defesa. Nunca deixar subir os nossos dois laterais ao mesmo tempo, é daquelas exposições desnecessárias ao risco que costumam ser fatais. Quem perde a bola na frente tem de correr imediatamente a 1 - recuperar a bola, 2 - recuperar a posição. Não deixar o Eriksen levantar a cabeça e pensar. Cair logo em cima e se preciso aleijar. Viu-se com a Holanda que é ali que muda o jogo da Dinamarca. O meio campo roda mais à volta dele do que da bola, e isso quer dizer qualquer coisa.
domingo, 10 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
Parabéns Selecção, foi até ao finzinho
Depois de tudo o que disse antes e durante o jogo, já não sobra muita coisa.
R. Patrício - Sem hipóteses no golo. Defendeu o que havia para defender.
J. Pereira - Fica marcado pelo lance do golo. Não é que esteja mal posicionado, até porque não pode atravessar o o Gomez para chegar à bola, está é mal nutrido para discutir aquela bola. A defender pelo chão e de frente para o portador esteve bem, sem dar porrada nem inventar. Nas diagonais, cruzamentos e combinações viu-se à rasquinha. Subiu pouco, mas com critério, sem desposicionar a equipa, e esteve muito forte no passe (até porque arriscou pouco).
B. Alves - Esteve bem. Sempre rápido e forte no 1x1, seguro nas subidas. Não foi pelos centrais que a equipa quebrou. Subiu nas bolas paradas e não esteve longe no fim. Não há muito a dizer.
Pepe - O mesmo do B. Alves, e ainda, implacável na recuperação e disputa de bola, muito bem a sair e no passe, e uma bola no ãngulo que não entrou porque o futebol é patrocinado pela Liga dos Amigos dos Médicos Cardiologistas.No lance do golo é batido pelo desvio da bola.
F. Coentrão - Até no amarelo esteve bem. Fez-me lembrar o saudoso Paulinho Santos naquele jogo em que o árbitro (Marc Batta?) expulsou o Rui Costa por demorar menos tempo a sair do que os substituídos alemães, que andou sempre de dentes arreganhados cara a cara (sentido figurado era mais cara a peito) com quem abria a boca. A defender foi muito intenso, quer ao portador quer a fechar, mas foi na transição ofensiva que se destacou. Mais do que meia dúzia de subidas conseguidas na primeira parte (sendo o único português a ganhar metros pelas alas, sozinho empurrou a equipa para a frente sempre que pôde), estragadas por péssimos cruzamentos, a intensidade com que avança e que na segunda parte lhe permitiu estar sempre a apoiar o ataque, mais frequentemente e com mais qualidade no que na primeira, e até a rematar dentro da área.. O melhor português de hoje.
M. Veloso - Globalmente surpreendeu-me pela positiva. Fez tudo o que estava ao seu alcance.. Nos primeiros 15 minutos adiantou-se mas depois desapareceu dentro da área quase até ao fim da primeira parte. Entrou melhor na segunda, e depois de sofrido o golo soube chegar-se a frente e definir jogadas. A questão é saber se tudo o que o Veloso tem para dar, naquela posição, é o suficiente para a equipa.
R. Meireles - A partir dos 15 minutos foi outro jogo para o Meireles. Aparecia muita gente com a bola controlada. e não conseguia sair com velocidade e segurança. Ainda assim soube evitar recuar demasiado e tentou sempre "sair para a frente". Não teve muito sucesso. Portugal quase não conseguiu sair com bola controlada. Na segunda parte foi outro jogo, antes e depois do golo sofrido. Antes do golo tentou fazer o mesmo, mas havia mais espaço, correu melhor. Depois do golo saiu.
J. Moutinho - Nem sei o que dizer. Foi difícil vê-lo na primeira parte. Não que tenha jogado mal, mas não conseguiu, nas poucas hipóteses que teve, fazer com que a equipa saísse para o ataque. Apoiou na defesa, tentou tapar o Khedira, mas naquilo que era preciso que fizesse, falhou. Na segunda parte entrou melhor, e depois de sofrido o golo, quando a Alemanha recuou, teve espaço para meter a bola e fê-lo quase sempre com critério. Foi o cotovelo do Moutinho que levantou a bola de golo.
Nani - Vi o Nani a jogar a lateral direito meia hora na primeira parte, a fazer a zona e a correr ao portador. Foi isso. Na segunda parte conseguiu progredir na linha e veio para o meio depois de entrar o Varela, e andou a fazer o 1 nas tabelas, a meter bolas e a virar o jogo. Meteu um cruzamento na barra. Tentou o um para um, por norma ganhou, cruzou, tentou rematar, levou a equipa para a frente. Esteve bem.
CRonaldo - Apagado na primeira parte. A equipa também não ajudou, de duas formas: primeiro, metia sempre para ele ; segundo, com espaço metia-lhe mal a bola, no limite da impossibilidade. Na segunda parte tem uma boa bola com uma abertura do Moutinho, aos 65 m, mais ao menos, mas perde o tempo de remate para o Boateng. A partir do golo sofrido assumiu o jogo, deu boas bolas para golo, atacou o adversário e não foi por ali que o gato foi às filhós.
Postiga - Levou um amarelo na primeira parte, falhou a bola na pequena área, apareceu nas alas e perdeu sempre a bola. Na segunda parte saiu.
N. Oliveira - Entrou mal. Notou-se que queria ajudar mas perdeu logo a primeira bola e depois fez falta. No entanto, e isto é a tal coisa do futebol, essa vontade ajudar aliada ao físico do Oliveira, permitiu-lhe ganhar bolas no confronto directo e passá-las convenientemente. É dele o trabalho para o remate do Varela. E fez isso mais duas vezes, uma para o CRonaldo e uma com o Moutinho. Jogou de costas e de perfil para a baliza, e esteve bem. Se não joga o CRonaldo ao meio, às tantas este é a melhor opção.
Varela - Cheio de energia e vontade. Tabelou, fintou, tentou cruzar e falhou a melhor oportunidade do jogo. Acontece.
O Jogo. Não me vou pôr aqui com o que devia ou podia ter sido feito. Isso era batota, por isso foi feito antes do jogo. O que foi o jogo? Na primeira parte há o primeiro quarto de hora e o resto. Nos primeiros 15 m Portugal andou pelo meio campo e conseguiu trabalhar a posse razoavelmente com os 3 do meio campo. A partir daí a Alemanha decidiu vir para a frente e imediatamente Portugal recua as linhas. E foi um sufoco. Bolas e mais bolas em velocidade, jogadores a trocarem de posição, equipa tão recuada que passavam bolas rasteiras a toda a largura da saída da área. Não conseguimos sair depois da recuperação, e raramente se fez passe vertical, saía-se sempre para lateral, pára, mete no meio, progride, perde a bola. Não se conseguiu concluir a "transição ofensiva", e nem importa porque era muito lenta. A Alemanha esteve sempre perto da nossa área, e criou perigo.
Na segunda parte foi diferente. Até ao golo o jogo esteve dividido e parecia que ia partir. Conseguimos iniciar a progressão do Meireles na linha do meio campo e a do Moutinho à saída do meio campo. O Veloso fazia passes intencionais e o Coentrão comeu metros que foi uma coisa estúpida. O Nani começou a aparecer e o CRonaldo começou a fazer diagonais em série. A Alemanha respondia do mesmo modo, com o Bastian S. (7) a ir para a linha tapar o Coentrão e aproveitar o espaço, e o Ozil a abrir o jogo para as alas. Como já disse, parecia que o jogo ia partir. Entra o Oliveira e sofremos o golo passados 5 minutos ou assim. A Alemanha recua as linhas para procurar o contra ataque e Portugal toma conta do jogo. Alguns remates com perigo, uma bola nos ferros, e mais remates do que no resto do jogo. Há várias coisas a retirar disto. A primeira é que a derrota não é injusta. A Alemanha dominou a maior parte do jogo e esteve bastante tempo acampado no nosso meio campo. A segunda é que Portugal pode ser mais do que foi na primeira parte sem nunca esquecer que foi a Alemanha que abdicou da posse de bola após o golo. A terceira é que sinto que houve jogadores com o empate na cabeça, desde o sorteio.
R. Patrício - Sem hipóteses no golo. Defendeu o que havia para defender.
J. Pereira - Fica marcado pelo lance do golo. Não é que esteja mal posicionado, até porque não pode atravessar o o Gomez para chegar à bola, está é mal nutrido para discutir aquela bola. A defender pelo chão e de frente para o portador esteve bem, sem dar porrada nem inventar. Nas diagonais, cruzamentos e combinações viu-se à rasquinha. Subiu pouco, mas com critério, sem desposicionar a equipa, e esteve muito forte no passe (até porque arriscou pouco).
B. Alves - Esteve bem. Sempre rápido e forte no 1x1, seguro nas subidas. Não foi pelos centrais que a equipa quebrou. Subiu nas bolas paradas e não esteve longe no fim. Não há muito a dizer.
Pepe - O mesmo do B. Alves, e ainda, implacável na recuperação e disputa de bola, muito bem a sair e no passe, e uma bola no ãngulo que não entrou porque o futebol é patrocinado pela Liga dos Amigos dos Médicos Cardiologistas.No lance do golo é batido pelo desvio da bola.
F. Coentrão - Até no amarelo esteve bem. Fez-me lembrar o saudoso Paulinho Santos naquele jogo em que o árbitro (Marc Batta?) expulsou o Rui Costa por demorar menos tempo a sair do que os substituídos alemães, que andou sempre de dentes arreganhados cara a cara (sentido figurado era mais cara a peito) com quem abria a boca. A defender foi muito intenso, quer ao portador quer a fechar, mas foi na transição ofensiva que se destacou. Mais do que meia dúzia de subidas conseguidas na primeira parte (sendo o único português a ganhar metros pelas alas, sozinho empurrou a equipa para a frente sempre que pôde), estragadas por péssimos cruzamentos, a intensidade com que avança e que na segunda parte lhe permitiu estar sempre a apoiar o ataque, mais frequentemente e com mais qualidade no que na primeira, e até a rematar dentro da área.. O melhor português de hoje.
M. Veloso - Globalmente surpreendeu-me pela positiva. Fez tudo o que estava ao seu alcance.. Nos primeiros 15 minutos adiantou-se mas depois desapareceu dentro da área quase até ao fim da primeira parte. Entrou melhor na segunda, e depois de sofrido o golo soube chegar-se a frente e definir jogadas. A questão é saber se tudo o que o Veloso tem para dar, naquela posição, é o suficiente para a equipa.
R. Meireles - A partir dos 15 minutos foi outro jogo para o Meireles. Aparecia muita gente com a bola controlada. e não conseguia sair com velocidade e segurança. Ainda assim soube evitar recuar demasiado e tentou sempre "sair para a frente". Não teve muito sucesso. Portugal quase não conseguiu sair com bola controlada. Na segunda parte foi outro jogo, antes e depois do golo sofrido. Antes do golo tentou fazer o mesmo, mas havia mais espaço, correu melhor. Depois do golo saiu.
J. Moutinho - Nem sei o que dizer. Foi difícil vê-lo na primeira parte. Não que tenha jogado mal, mas não conseguiu, nas poucas hipóteses que teve, fazer com que a equipa saísse para o ataque. Apoiou na defesa, tentou tapar o Khedira, mas naquilo que era preciso que fizesse, falhou. Na segunda parte entrou melhor, e depois de sofrido o golo, quando a Alemanha recuou, teve espaço para meter a bola e fê-lo quase sempre com critério. Foi o cotovelo do Moutinho que levantou a bola de golo.
Nani - Vi o Nani a jogar a lateral direito meia hora na primeira parte, a fazer a zona e a correr ao portador. Foi isso. Na segunda parte conseguiu progredir na linha e veio para o meio depois de entrar o Varela, e andou a fazer o 1 nas tabelas, a meter bolas e a virar o jogo. Meteu um cruzamento na barra. Tentou o um para um, por norma ganhou, cruzou, tentou rematar, levou a equipa para a frente. Esteve bem.
CRonaldo - Apagado na primeira parte. A equipa também não ajudou, de duas formas: primeiro, metia sempre para ele ; segundo, com espaço metia-lhe mal a bola, no limite da impossibilidade. Na segunda parte tem uma boa bola com uma abertura do Moutinho, aos 65 m, mais ao menos, mas perde o tempo de remate para o Boateng. A partir do golo sofrido assumiu o jogo, deu boas bolas para golo, atacou o adversário e não foi por ali que o gato foi às filhós.
Postiga - Levou um amarelo na primeira parte, falhou a bola na pequena área, apareceu nas alas e perdeu sempre a bola. Na segunda parte saiu.
N. Oliveira - Entrou mal. Notou-se que queria ajudar mas perdeu logo a primeira bola e depois fez falta. No entanto, e isto é a tal coisa do futebol, essa vontade ajudar aliada ao físico do Oliveira, permitiu-lhe ganhar bolas no confronto directo e passá-las convenientemente. É dele o trabalho para o remate do Varela. E fez isso mais duas vezes, uma para o CRonaldo e uma com o Moutinho. Jogou de costas e de perfil para a baliza, e esteve bem. Se não joga o CRonaldo ao meio, às tantas este é a melhor opção.
Varela - Cheio de energia e vontade. Tabelou, fintou, tentou cruzar e falhou a melhor oportunidade do jogo. Acontece.
O Jogo. Não me vou pôr aqui com o que devia ou podia ter sido feito. Isso era batota, por isso foi feito antes do jogo. O que foi o jogo? Na primeira parte há o primeiro quarto de hora e o resto. Nos primeiros 15 m Portugal andou pelo meio campo e conseguiu trabalhar a posse razoavelmente com os 3 do meio campo. A partir daí a Alemanha decidiu vir para a frente e imediatamente Portugal recua as linhas. E foi um sufoco. Bolas e mais bolas em velocidade, jogadores a trocarem de posição, equipa tão recuada que passavam bolas rasteiras a toda a largura da saída da área. Não conseguimos sair depois da recuperação, e raramente se fez passe vertical, saía-se sempre para lateral, pára, mete no meio, progride, perde a bola. Não se conseguiu concluir a "transição ofensiva", e nem importa porque era muito lenta. A Alemanha esteve sempre perto da nossa área, e criou perigo.
Na segunda parte foi diferente. Até ao golo o jogo esteve dividido e parecia que ia partir. Conseguimos iniciar a progressão do Meireles na linha do meio campo e a do Moutinho à saída do meio campo. O Veloso fazia passes intencionais e o Coentrão comeu metros que foi uma coisa estúpida. O Nani começou a aparecer e o CRonaldo começou a fazer diagonais em série. A Alemanha respondia do mesmo modo, com o Bastian S. (7) a ir para a linha tapar o Coentrão e aproveitar o espaço, e o Ozil a abrir o jogo para as alas. Como já disse, parecia que o jogo ia partir. Entra o Oliveira e sofremos o golo passados 5 minutos ou assim. A Alemanha recua as linhas para procurar o contra ataque e Portugal toma conta do jogo. Alguns remates com perigo, uma bola nos ferros, e mais remates do que no resto do jogo. Há várias coisas a retirar disto. A primeira é que a derrota não é injusta. A Alemanha dominou a maior parte do jogo e esteve bastante tempo acampado no nosso meio campo. A segunda é que Portugal pode ser mais do que foi na primeira parte sem nunca esquecer que foi a Alemanha que abdicou da posse de bola após o golo. A terceira é que sinto que houve jogadores com o empate na cabeça, desde o sorteio.
À hora de jogo
Está equilibrado e a começar a partir. O Khedira quis levar o pé do Moutinho para casa.
Intervalo
Repito o que disse na antes do jogo. Precisamos do CRonaldo mais em jogo, é metê-lo ao meio, que na esquerda tem 3 adversários sempre ao pé. No meio até podem meter 7. E precisamos de "comer" os 10/15 metros à frente da área, sem meter lá mais um jogador.
É vermelho
Aquilo do badstuber ao Nani é vermelho. Falta em carrinho, por trás, ao pé de apoio. Vermelho.
À meia hora de jogo
É tudo deles. Baixamos muito as linhas porque não conseguimos cobrir o espaço à frente da área. Quando eles metem um bocadinho de velocidade quase não conseguimos respirar, quando nos primeiros 20 minutos conseguimos cobrir quase no meio campo. O Veloso já nem vê os jogadores quanto mais a bola. O Postiga só se viu no amarelo e a falhar a bola na pequena área.
Aos 15m
Eh Postiga! Quanto ao jogo, gosto de ver o CRonaldo a trocar com o Postiga. A ideia para a saída de bola está bem pensada mas mal executada. aos 14:30 os meus receios confirmam-se. O Veloso não consegue "comer" o passe. Se fosse um corneto...
Portugal vs. Alemanha
O Low enganou-me. Joga o Boateng. Mas joga do lado direito. Muda porque sabemos que este é defesa. Mas Portugal tem de fazer o mesmo. E joga o Badstuber, que é melhore que Metersacker. De qualquer modo a minha preocupação é não ter falhado o 11 de Portugal, à excepção do Postiga. A ideia parece ser haver capacidade de trocar a bola pelo chão na frente. Vamos a ver.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
A história do futebol e o Xavi
"Mourinho não vai ficar na história do futebol. Para mim o melhor é Guardiola, e assim foi durante os quatro anos em que esteve à frente do Barcelona. Revolucionou o futebol", disse Xavi em entrevista ao Canal+.
Na opinião deste médio o Mourinho, que ganhou campeonatos e tripletas e mais não sei o quê, não fica na história, perdendo o lugar para o Guardiola que desisistiu de treinar por causa da pressão ou lá o que era, ou por ter perdido o campeonato para uma equipa que fez 100 pontos. É por estas declarações que as pessoas não gostam do Barça. Têm a mania que são moralmente superiores aos outros e que as suas vitórias têm mais valor do que as dos outros. Este ano ganharam a Taça, não foi? Como a Académica em Portugal.
Na opinião deste médio o Mourinho, que ganhou campeonatos e tripletas e mais não sei o quê, não fica na história, perdendo o lugar para o Guardiola que desisistiu de treinar por causa da pressão ou lá o que era, ou por ter perdido o campeonato para uma equipa que fez 100 pontos. É por estas declarações que as pessoas não gostam do Barça. Têm a mania que são moralmente superiores aos outros e que as suas vitórias têm mais valor do que as dos outros. Este ano ganharam a Taça, não foi? Como a Académica em Portugal.
As coisas que se descobrem
Hoje disseram-me que eu, e as coisas que decido fazer, e o modo como gasto o meu tempo é, e passo a citar: "Ridículo". E é isso. Não é que não seja verdade, é mais o ouvir-se isto directamente vindo de quem realmente me importa. Sou ridículo.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Euro 2012 - Quem és tu Nationalmannschaft, e como te posicionar de modo a que percas a guerra
A Alemanha não é novidade para ninguém. É basicamente a equipa de 2010. Um 4-2-3-1 típico, que com bola ou em contra ataque se "transforma" em 4-3-3, com os alas a entrar, ou mesmo em 4-2-4 quando o médio ofensivo (Ozil em princípio) se encosta ao ponta de lança. No entanto é difícil apontar uma equipa-tipo. Por causa das lesões e experiências na defesa, porque não se sabe se joga o Kroos ou o Schweinsteiger, porque o Klose pode jogar. O que nos interessa é o jogo com Portugal. Segundo ouvi no rádio o Low está muito tentado a pôr o Lahm à esquerda, porque parece que o Boateng andou com actrizes pornô durante o estágio, e jogar com o Lars Bender à direita. Eu não conheço este Bender, conheço o de lata, mas pelo que tenho visto é um 8, ou box to box, ou médio de transição, ou qualquer outra idiotice que tenham ouvido na televisão dito por quem ainda não percebeu que os números dizem sempre o mesmo, basta olhar para a táctica. Rápido na recuperação e na progressão com bola, forte na recuperação, criterioso no passe e rematador. Parecido com o Witsel, vá. Mas só o vejo a jogar no meio campo, de frente para o jogo, a posicionar-se enquanto olha para trás e para a frente, e não para a frente e para o lado como deve fazer um lateral. Parece ser bom jogador (é internacional alemão) mas não sei como joga a lateral. O Paulo Bento deve saber. Adiante. Não sei é é jogo do Low mas acredito que joguem estes laterais. Quem serão os centrais? Os que mais jogaram na fase de qualificação foram o Badstuber e o Mertesacker. Mas contando também os amigáveis pós qualificação aparece muito o Hummels, que parece que vai jogar mais o Mertesacker. A seguir só há duas dúvidas, e só uma delas pode mudar o jogo da Alemanha. Eu aposto que joga o Neuer; Bender, Lahm, Hummels, Mertesacker; Khedira, Schweinsteiger, Ozil; Muller, Podolski, Mario Gomez/Klose (tacticamente, neste caso, iguais). A diferença pode vir se entra o Kroos em vez do Schweinsteiger. Não me parece, mas a acontecer muda um bocado o meio campo. O Kroos é mais ofensivo que o Schweinsteiger, progride mais vezes com a bola e é capaz de comer um bocado de espaço ao Ozil, não me cheira. Portanto, para o que interessa, a equipa é a que aí está, com ponta de lança à escolha do freguês. O que temos? A partir do Khedira é uma equipa fenomenal. Trinco forte e bom no passe, médios rápidos que sabem quando subir e quando rematar. Avançados que antes de tocarem na bola já sabem onde estão e onde está a baliza. O que pode fazer Portugal? Muito. Primeiro, isto não é jogo nem para o Veloso nem para o Almeida. São para riscar. Alguém tem de cobrir o espaço entre o Schweinsteiger e o Ozil. Eles sobem os dois ao mesmo tempo e têm 3 anos de selecção a jogar juntos. Ninguém os marca individualmente, que isto não é o Europeu de 1912, é preciso um jogador forte e rápido, duas características de que o Veloso não padece, a interceptar bolas e a recuperá-las no 1x1. Sem isto nada feito. A defender depende muito deste trinco (Pepe, espero eu) e do Meireles a pressionar. Portanto, até aqui temos (aquela que eu acho mais adequada): Rui Patrício; Ricardo Costa, Bruno Alves, Rolando, Coentrão; Pepe, R. Meireles, J. Moutinho; Quaresma, Nani, CRonaldo. Na realidade parece-me que vai ser: R. Patrício; J. Pereira, Pepe, B. Alves, Coentrão; Veloso, Meireles, Moutinho; Cronaldo, Nani, Almeida. Os 4 de trás têm de defender com calma, o que não é defender devagar. É não atacar o portador (ok J. Pereira?), é esperar pela bola no espaço para meter o pé, é subir ao mesmo tempo para fazer o fora de jogo. Para os centrais é ainda marcar o ponta de lança à vez e dobrar os laterais que sobem no auxílio à pressão feita por Meireles/Pepe (aqui é Veloso mas não consigo, por mais que tente, indiciar numa frase que o Veloso vai pressionar um adversário sem me sentir sujo). O Moutinho vai lá andar mas tem de defender na zona e não no portador, porque alguém no meio campo tem de estar a ver o jogo. Defensivamente é isto, calma, concentração e porrada se for preciso.
Muito importante, assim que se recupera a bola meter na frente. Logo. Recupera, joga no espaço, levanta a cabeça, e mete na frente. A Alemanha ataca a sério, e quando o Khedira ultrapassa o meio campo sem bola a equipa desposiciona (palavra inventada acho eu). É a maneira mais certa de fazer golo. Não quer dizer que resulte, e é aqui que entra a ausência do Almeida. Imaginem. Meireles recupera e passa ao Moutinho que tem 4 metros para receber e ver o jogo. Levanta a cabeça vê o colega com espaço na frente, que está a 30/35 metros da baliza, e tem 2 ou 3 metros para começar a correr/passar, e mete a bola. O colega é o Almeida. Imaginem a mesma coisa. Agora quem recebe à frente com espaço é o CRonaldo. É diferente. No primeiro caso imaginam alguém a chutar com os dois pés ao mesmo tempo no vazio enquanto um adversário, que teve de apanhar 2 autocarros e um táxi para lá chegar, recupera a bola. No segundo caso imaginam perigo (na realidade a ilusão de perigo, coisa só alcance dos grandes) quando a bola está a 30/35 metros da baliza. Se queremos passar a bola com segurança na frente o Almeida não joga. Mas neste jogo ainda deve jogar menos. O Mertesacker nunca fez chichi. E por isso os seus rins são feitos de pedra. Além disso teve lesões e fez uma época abaixo do razoável no Arsenal. Estamos a falar de alguém que não muda de velocidade, não roda, não tem "pique". É claro que para defender directamente o Almeida isto conta pouco. Agora apanhar o CRonaldo no 1x1, para o Mertesacker pode dar hemorragia interna. Temos de utilizar aquilo que é a nossa força contra aquilo que é a área menos forte da Alemanha: os centrais. O mais rápido parece que nem vai jogar. Mas qualquer homem estátua marca o Almeida enquanto ganha uns trocos.
Resumindo: para ganhar à Alemanha precisamos de ter sorte. Depois é preciso não desperdiçar. O não desperdiçar não é o marcar golo em todos os remates, é conseguir acabar as jogadas. É concluir, seja com golo, seja com cruzamento falhado, seja com o que for. É não parar a meio com passes para o nada e recepções defeituosas, é não perder tempo com fintas no meio campo, é dar 3 toques mesmo quando se podem dar 19. É "avançar para a frente", e não com passes laterais à Moutinho, é abusar de diagonais para fora no espaço entre centrais e o Bender, que com o Lahm a coisa pia mais fino, e diagonais para dentro, no mesmo espaço, na progressão com bola. É dizer ao Nani para chutar de longe e de sítios esquisitos, é deixar o Quaresma trivelar e inventar no último terço e mandar-lhe um sapo de loiça à tromba se inventa atrás (inventar atrás inclui não vir defender) Essencialmente é jogar para frente, não é ir para cima deles, é atacar, meter a bola com segurança no último terço e acelarar (a palavra pode estar mal escrita mas eu gosto mais assim).
Muito importante, assim que se recupera a bola meter na frente. Logo. Recupera, joga no espaço, levanta a cabeça, e mete na frente. A Alemanha ataca a sério, e quando o Khedira ultrapassa o meio campo sem bola a equipa desposiciona (palavra inventada acho eu). É a maneira mais certa de fazer golo. Não quer dizer que resulte, e é aqui que entra a ausência do Almeida. Imaginem. Meireles recupera e passa ao Moutinho que tem 4 metros para receber e ver o jogo. Levanta a cabeça vê o colega com espaço na frente, que está a 30/35 metros da baliza, e tem 2 ou 3 metros para começar a correr/passar, e mete a bola. O colega é o Almeida. Imaginem a mesma coisa. Agora quem recebe à frente com espaço é o CRonaldo. É diferente. No primeiro caso imaginam alguém a chutar com os dois pés ao mesmo tempo no vazio enquanto um adversário, que teve de apanhar 2 autocarros e um táxi para lá chegar, recupera a bola. No segundo caso imaginam perigo (na realidade a ilusão de perigo, coisa só alcance dos grandes) quando a bola está a 30/35 metros da baliza. Se queremos passar a bola com segurança na frente o Almeida não joga. Mas neste jogo ainda deve jogar menos. O Mertesacker nunca fez chichi. E por isso os seus rins são feitos de pedra. Além disso teve lesões e fez uma época abaixo do razoável no Arsenal. Estamos a falar de alguém que não muda de velocidade, não roda, não tem "pique". É claro que para defender directamente o Almeida isto conta pouco. Agora apanhar o CRonaldo no 1x1, para o Mertesacker pode dar hemorragia interna. Temos de utilizar aquilo que é a nossa força contra aquilo que é a área menos forte da Alemanha: os centrais. O mais rápido parece que nem vai jogar. Mas qualquer homem estátua marca o Almeida enquanto ganha uns trocos.
Resumindo: para ganhar à Alemanha precisamos de ter sorte. Depois é preciso não desperdiçar. O não desperdiçar não é o marcar golo em todos os remates, é conseguir acabar as jogadas. É concluir, seja com golo, seja com cruzamento falhado, seja com o que for. É não parar a meio com passes para o nada e recepções defeituosas, é não perder tempo com fintas no meio campo, é dar 3 toques mesmo quando se podem dar 19. É "avançar para a frente", e não com passes laterais à Moutinho, é abusar de diagonais para fora no espaço entre centrais e o Bender, que com o Lahm a coisa pia mais fino, e diagonais para dentro, no mesmo espaço, na progressão com bola. É dizer ao Nani para chutar de longe e de sítios esquisitos, é deixar o Quaresma trivelar e inventar no último terço e mandar-lhe um sapo de loiça à tromba se inventa atrás (inventar atrás inclui não vir defender) Essencialmente é jogar para frente, não é ir para cima deles, é atacar, meter a bola com segurança no último terço e acelarar (a palavra pode estar mal escrita mas eu gosto mais assim).
domingo, 3 de junho de 2012
Os Jogos de Portugal. Teste Beta - Já houve Selecções com mais opções...
(Isto é mais relativo à parte da preparação de uma equipa para o Europeu do que análise ao jogo propriamente dito. Nos jogos a sério será diferente.)
Já houve, já. Mas trabalha-se com o que se tem. E não se tem o Bosinwga nem o Carvalho. O Carvalho sabe-se porque não vai, o melhor lateral direito português não. Resta-te uma defesa em que só os centrais são relevantes de cabeça e um trinco que não salta e corre muito pouco. No ataque os problemas são vários. A CRonaldodependência não me parece ser um deles, considerado por si só. É natural que se procure o melhor para resolver. Resta o quê:
- Nani demasiado encostado à linha. Passa demasiado tempo alheado do jogo, até por causa de se procurar muito mais o CRonaldo.
- Hugo Almeida não serve para jogar sozinho ao meio. Os pés não funcionam, e em cinco passes verticais rasteiros só conseguiu receber um mas depois não conseguiu passar a bola.
- Não se sabe quem é o médio que sobe. Nem os médios centro sabem. É que se sobe só um não ocupa o espaço para entrar na área, já que procura dar o apoio ao portador ; se sobem os dois fica só o Veloso que não consegue cobrir o portador nem ganhar nas saídas (se não conseguiu com a Macedónia e Turquia imagine-se com as equipas do Europeu).
- O mais grave, o treinador, a 10 dias do Europeu, decide que a equipa nas jogadas ofensivas, deve procurar triangulações rápidas ao primeiro toque. Vi isso atrás do meio campo com o Pepe e o Meireles (passe perdeu-se) na frente com Meireles e Moutinho (passes perderam-se) com o Veloso e Moutinho/Meireles (não concretizam o último passe) e inúmeras vezes perto da área, sem nunca ter resultado. O treinador não pode mudar o modelo de jogo quando tem vinte dias para trabalhar. Não dá. Pode inventar na táctica, pode inventar nas bolas paradas, mas não pode mexer no modelo de jogo. É impossível pôr uma equipa a jogar ao primeiro toque em velocidade em dois jogos. Especialmente quando o pivot de ataque não consegue receber/passar uma bola.
A solução possível para mim. Abdicar à partida de laterais que defendam no ar implica juntar um jogador relevante nas bola aéreas, que não joga na defesa, à recuperação das bolas altas. Logo o Pepe na selecção é trinco. Salta o Veloso entra o Ricardo Costa para central com o Bruno Alves. O Meireles e o Moutinho passam a ter a liberdade de subir um no apoio ao portador e outro a romper pelo meio.
Sai o Almeida e entra o Quaresma com o CRonaldo ao meio. Quaresma e Nani têm de: Com a bola em progressão no seu flanco, abrir na linha ou cortar para o meio se o lateral passar com ela. Com a bola no flanco contrário entrar em diagonal. Em progressão com a bola procurar preferencialmente a diagonal para combinação 1-2 e remate, ou remate rápido de longe.
Defensivamente esta é a solução que me parece mais adequada dado que os laterais não importam no jogo aéreo. Ofensivamente parece-me óbvio que temos de jogar com os melhores e o Almeida não é um deles.
domingo, 13 de maio de 2012
É nojento
Isto é nojento. A mama, um nome muito melhor que seio, tal como "cona" é
muito mais bonito que "vagina" e, às tantas, etimologicamente mais
correcto (digo eu que não sei nada de palavras, mas li em qualquer lado,
às tantas num livro qualquer, que "cunnus(?)" era latim para "vulva"),
não é para os garotos que já têm idade para ir aos recados andarem a
chuchar. A mama sozinha, ou aos pares, é passível de possuir a
quintessência da beleza. Toda a mama (não todas as mamas mas todas as
partes da mama consideradas no seu conjunto) é pejada de alegria, de
descoberta, de entusiasmo. Tudo o que é dito é relativo apenas à mama,
não a mama considerada no contexto sexual, mas apenas enquanto
representação da mais perfeita estética, enquanto a fascinante forma e
obra de arte natural que pode ser. Mesmo que socialmente o que está no link não seja considerado o acto abjecto que é na realidade, tem de ser
considerado crime contra as pessoas. Contra a comunidade em geral,
considerando que podia estar a ter um dia perfeitamente normal e ver
aquilo, é assim que sucedem as imolações, e contra a comunidade em geral
que pode vir a ter contacto com, agora sim, os eventuais seios, o que
não sendo necessariamente mau também não quer dizer que seja bom, quando
podia ter tido acesso a mamas. Toda a gente perde. Perde a pessoa,
perde o mamão (que vai ser daqueles que aperta e morde e basicamente não
consegue dar o devido valor à mama porque o que vê é um odre), perde a
comunidade (em mais do que um sentido) e, acima de tudo, perdem as
mamas. E perguntam-me, "ah, como é que sabias que havia lá mamas se não
houvesse puto ou se o puto tivesse mamado até ser normal mamar e não
quando já vai à caça e bebe bagaço?", e eu respondo, calem-se estúpidos.
A possibilidade da mama é tão importante como a existência da mama. e
essa hipótese é destruída no cérebro assim que se sabe/vê o que está no
link. E mesmo que se aceda aos seios e só posteriormente se descubra do
boca de auréola, assassino de mamas, a aceitação, ou até alegria, é
destruída pela dúvida do , como seriam antes?, quando eram mamas. Toda a
gente perde e perde da pior maneira. Que é a estragar mamas.
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